quarta-feira, 25 de julho de 2012

Confiança do consumidor em Maceió caiu em Julho

Ilustração / Internet
Apesar da redução, consumidores têm boas perspectivas em adquirir bem de consumo durável e consideram ótima a situação financeira da família



Nesta quarta-feira (25) o Instituto Fecomércio/AL de Estudos divulgou uma pesquisa realizada durante este mês em que aponta a diminuição da confiança do consumidor em Maceió.
A pesquisa analisou o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), que mede a confiança do consumidor na sua capacidade de compra e na situação econômica do país. Esse índice varia de 0 a 200 pontos, mas acima de 100 pontos a expectativa é considerada positiva.
Em julho o ICC caiu para 147,4 pontos, uma queda de 10,2 pontos se comparado com os 157,6 alcançados em junho (considerado recorde para 2012). Ainda assim, no patamar em que se encontra, traduz que o consumidor maceioense continua muito confiante em relação a sua situação econômica.
O ICC é composto pelos índices de Situação Presente do Consumidor (ISP) e de Expectativas Futuras do Consumidor (IEF). O primeiro avalia o momento para aquisição de bens duráveis e a situação financeira atual da família do consumidor em um período de tempo de no máximo trinta dias. O segundo mede as expectativas do consumidor, no horizonte dos próximos 12 meses, sobre o futuro econômico do país, a situação financeira da família do consumidor e, por sua vez, a situação em geral no Brasil.
A pesquisa ainda revelou que 79,4% dos consumidores têm perspectivas muito favoráveis de adquirir algum bem de consumo durável e 87,7% consideram ótima e boa a situação financeira da família em comparação ao mesmo período do ano passado. 
Entre os principais itens que os consumidores estão dispostos a adquirir em maio destacam-se: televisão (17,3%), celular (15,3%), automóvel (14,8%), vestuário (13,7%), calçados (11,2%), geladeira (11%), fogão (9,1%), móveis (7,8%), microondas (7,4%), motocicleta (6,7%), máquina de lavar roupa (6,7%), imóvel (6,5 %), câmera digital (6,3%), aparelho de DVD (5,3%), freezer (4,1%), aparelho de som (3,8%) e MP3/MP4 (1,7%).


Fonte: Assessoria / Primeira Edição

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