terça-feira, 7 de agosto de 2012

Alunos do Cepa participam de Campanha pelo Desarmamento em Alagoas

Durante toda a semana, líderes estudantis desenvolvem trabalho de disseminação da cultura da paz entre jovens


Uma campanha em prol do desarmamento e voltada à disseminação da cultura da paz e do voluntariado entre jovens mobiliza alunos do Centro de Pesquisas Aplicadas (Cepa). Durante toda a semana, líderes estudantis desenvolvem um trabalho de conscientização dentro do complexo educacional. A ação faz parte da Campanha Nacional do Desarmamento em Alagoas, promovida pela Secretaria de Estado de Promoção da Paz (Sepaz) em parceria com diversas instituições não governamentais.
Representantes do Grêmio Estudantil Moreira e Silva foram indicados como multiplicadores e disseminadores da iniciativa e vão passar por uma preparação para implantar ações de voluntariado dentro do Cepa. Acompanhados por líderes do Grêmio da Escola Afrânio Lages, os estudantes também distribuirão folders ao longo da semana e realizarão uma enquete visando o desarmamento voluntário.
Além disso, uma exposição simbólica também foi montada para lembrar as mortes por arma de fogo no Estado nos últimos anos. “A sociedade precisa dessa conscientização, principalmente os jovens, como maiores vítimas da violência e das mortes por arma de fogo. Falta informação e nosso propósito e levá-la aos nossos colegas”, diz a estudante Accácia Agness, membro do Grêmio da Escola Moreira e Silva.
Movimento
A Campanha Nacional do Desarmamento em Alagoas é realizada por meio de uma parceria entre o Governo e as Organizações Não Governamentais Movpaz, Maceió Voluntário, Rede Desarma Brasil e o Comitê Alagoano pelo Desarmamento.
O principal objetivo do movimento é introduzir uma cultura de voluntariado e da paz na sociedade.
Liderança do movimento social Maceió Voluntário, Maristela Pozitano explica que é preciso trabalhar com a prevenção da violência. “Devemos incutir em nossos jovens o conceito de que os conflitos devem ser resolvidos com base no diálogo, no saber ouvir e no respeito às diferenças. Deve-se, antes de tudo, desarmar o espírito e discutir os valores humanos para construirmos a cultura da paz”, analisa Maristela.



Fonte: Agência Alagoas

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