quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Capital do Agreste alagoano não possui depósito para entulho


O secretário de Meio Ambiente afirmou que a cidade precisa de, no mínimo, sete terrenos 


Os dois terrenos para serem depositados entulhos e outros tipos de lixo não serão mais usados pela prefeitura de Arapiraca. Localizados nos bairros da Santa Esmeralda e da Baixa Grande os terrenos integravam um projeto que apresentou falhas e foi cancelado.

Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente e Habitação, Genaldo Barbosa, o projeto foi iniciado para os depósitos funcionarem como depósitos de lixo voluntário. “Eles [os terrenos] não iriam solucionar o problema, então o projeto foi cancelado”, explicou Barbosa. 

Um dos terrenos, que fica localizado por trás do cemitério Pio XII, poderá ser usado como extensão do cemitério. “O local está ficando lotado, então estamos estudando a possibilidade de aumentar para que outros corpos possam ser enterrados”, disse o secretário. Quanto ao terreno situado no bairro da Santa Esmeralda, Genaldo Barbosa afirmou que o espaço é pequeno e não suportaria a quantidade de entulho.

Cidade precisa de sete terrenos para depósito

Como o projeto não foi colocado em prática por apresentar falhas, ele precisa ser reestruturado, já que a quantidade de entulho produzido em Arapiraca não cabe apenas em dois terrenos. Para atender a demanda, o secretário de Meio Ambiente disse que a cidade precisa de – no mínimo – sete terrenos para depósito. “No primeiro levantamento encontramos os dois terrenos na Santa Esmeralda e na Baixa Grande, mas apresentaram problemas. A questão agora é encontrar outros terrenos adequados para esse tipo lixo”, falou o secretário Barbosa.

Quem constrói deve se responsabilizar pelo entulho

Por conta do “boom” imobiliário que a cidade de Arapiraca vive nos últimos anos, a quantidade de entulho produzida é alta e, consequentemente, vem o problema de dar um destino a ele. Para o secretário do Meio Ambiente, isso não é uma responsabilidade da prefeitura. “A população tem o hábito de produzir o entulho e deixar a prefeitura fazer o serviço. Isso não responsabilidade da prefeitura, mas de quem está construindo”, explicou Genaldo Barbosa.

A medida que está sendo estudada para acabar com esse problema – segundo o secretário – é a contratação de uma empresa que transporte o lixo, o que ele chamou de “disque-entulho. “A pessoa que está reformando liga para a empresa, ela vai até o local, pega o entulho e leva para o aterro sanitário”, disse. “É um hábito da população não saber o que fazer com o entulho. “A prefeitura multa, mas é uma questão de conscientização”, acrescentou. 







Fonte: 7segundos

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